Exposição colectiva no Belas Shopping superou expectativas e reforçou protagonismo da mulher nas artes visuais
Luanda, 20 de março – A exposição colectiva “Mulheres Que Pintam” chegou ao fim com um balanço amplamente positivo, após semanas de exibição no Belas Shopping, afirmando-se como um dos momentos mais marcantes das celebrações do Março Mulher em Angola.
A mostra destacou-se pela forte adesão do público e pela qualidade das obras apresentadas, consolidando o papel da mulher como agente activo no desenvolvimento cultural do país.

Participação expressiva e diversidade artística
O evento reuniu cerca de 50 artistas plásticas angolanas, que apresentaram aproximadamente 70 obras, entre pinturas e outras expressões das artes visuais.
A diversidade de estilos, técnicas e abordagens revelou não apenas a riqueza criativa das artistas, mas também a pluralidade de narrativas femininas presentes no panorama artístico nacional.

Curadoria e visão artística
Sob curadoria da artista visual Fineza Teta, a exposição foi concebida como um espaço de valorização e visibilidade da produção artística feminina.
A curadora destacou que a iniciativa superou as expectativas iniciais, tanto pela recepção do público como pelo impacto gerado no mercado artístico.

Plataforma de diálogo e afirmação social
Mais do que uma exposição, “Mulheres Que Pintam” promoveu um importante diálogo intergeracional, reunindo artistas consagradas e novos talentos num mesmo espaço de partilha e afirmação.
A arte foi utilizada como instrumento de reflexão, reivindicação de direitos e expressão de identidade, reforçando o seu papel como ferramenta de transformação social.

Enquadramento institucional
A iniciativa foi promovida pelo Ministério da Acção Social, Família e Promoção da Mulher (MASFAMU) e inaugurada pela ministra Ana Paula do Sacramento Neto, no âmbito das celebrações do Março Mulher.
O evento integrou uma agenda mais ampla de valorização da mulher angolana nas suas múltiplas dimensões — social, cultural e económica.

Nota editorial
O sucesso de “Mulheres Que Pintam” evidencia que a arte continua a ser um espaço vital de afirmação, resistência e construção de identidade.
Num país em constante transformação, iniciativas desta natureza não apenas celebram o talento feminino, como também contribuem para redefinir narrativas e ampliar o reconhecimento do papel da mulher na história cultural de Angola.
Fonte: Jornal de Angola.
Alinhamento Editorial: PRESSdigi.ao






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