Workshop sobre finanças, marketing e psicologia aplicada às indústrias criativas aposta na capacitação prática e inclusão no sector
FORMAÇÃO ESTRATÉGICA PARA O ECOSSISTEMA CRIATIVO
O Palácio de Ferro, em Luanda, recebe no próximo dia 8 de Abril, das 10h às 17h, um workshop dedicado ao fortalecimento das competências nas Indústrias Culturais e Criativas (ICCs), com foco nas áreas de finanças, marketing e psicologia aplicada.
A iniciativa reúne especialistas com o objectivo de partilhar ferramentas práticas que permitam aos participantes estruturar projectos, optimizar recursos e posicionar-se de forma mais estratégica no mercado criativo.
DO TALENTO À SUSTENTABILIDADE
Num sector frequentemente marcado pela informalidade, o workshop surge como resposta à necessidade de profissionalização das práticas criativas.
A abordagem integrada — que cruza gestão financeira, estratégias de comunicação e comportamento humano — visa transformar ideias em projectos sustentáveis, capazes de gerar impacto económico e social.
Mais do que teoria, o encontro propõe um ambiente de aprendizagem orientado para resultados, onde criadores, produtores e empreendedores culturais poderão adquirir competências essenciais para o crescimento dos seus negócios.
ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO COMO PRIORIDADE
Um dos pontos de destaque da iniciativa é o compromisso com a inclusão. O evento contará com condições de acessibilidade, incluindo interpretação em língua gestual e materiais em braille, garantindo a participação activa de pessoas com deficiência.
Esta dimensão reforça a visão de um sector criativo mais aberto, diverso e representativo, onde o conhecimento é partilhado de forma equitativa.
PALÁCIO DE FERRO: ESPAÇO DE CONVERGÊNCIA CULTURAL
A escolha do Palácio de Ferro como palco do workshop sublinha o simbolismo de um espaço histórico que continua a reinventar-se como centro de dinamização cultural e intelectual em Luanda.
Ao acolher iniciativas desta natureza, o local consolida-se como ponto de encontro entre tradição e inovação, promovendo o desenvolvimento do capital humano criativo.
NOTA EDITORIAL | PRESSDIGI
O crescimento das Indústrias Culturais e Criativas em Angola passa, inevitavelmente, pela capacitação técnica dos seus agentes. Durante décadas, o talento foi o principal motor do sector; hoje, exige-se também conhecimento estratégico.
A integração de áreas como finanças, marketing e psicologia revela uma maturidade crescente do ecossistema criativo, que começa a assumir-se como um verdadeiro vector de desenvolvimento económico.
Num contexto global onde a criatividade é cada vez mais valorizada, investir na formação dos criadores é garantir que Angola não apenas consome cultura, mas também a produz, exporta e transforma em valor.
FONTE: Rede Nacional
ALINHAMENTO EDITORIAL: PRESSdigi.ao


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