Eddy Tussa, Calabeto e Lulas da Paixão lideram abertura da nova temporada num encontro entre música, memória e identidade
UMA TARDE DE CULTURA, SABOR E MEMÓRIA
A 6.ª temporada do Almoço Angolano arranca este domingo, em Luanda, com um cartaz que reúne algumas das mais emblemáticas vozes da música nacional, num ambiente que funde gastronomia e tradição sonora.
O evento, realizado no Hotel Diamante, entre as 14h00 e as 18h00, apresenta Eddy Tussa, Calabeto, Lulas da Paixão e Karina Santos como protagonistas de uma tarde dedicada à valorização da música angolana.
SEMBA, RELEITURAS E CONTINUIDADE ARTÍSTICA
Eddy Tussa assume o destaque com a apresentação do seu repertório, onde revisita clássicos e introduz novas composições dos álbuns Izenu Mu Tale, Grandes Mundos, Kassembele e Príncipe do Semba.
O veterano Calabeto traz à cena temas que marcaram gerações, enquanto Lulas da Paixão assegura a continuidade de um estilo que tem conquistado o público ao longo das edições do projecto.
Karina Santos representa a força feminina, resgatando sucessos e reafirmando o papel das mulheres na construção da música contemporânea angolana.
UM PROJECTO QUE VALORIZA A IDENTIDADE NACIONAL
Desde a sua criação, em 2022, o Almoço Angolano tem-se afirmado como uma plataforma de resgate e promoção da música nacional, reunindo nomes históricos e novas vozes num mesmo palco.
O projecto vai além do espectáculo musical, oferecendo uma experiência cultural completa que integra gastronomia, convívio e valorização das raízes angolanas.
Ao longo das suas edições, já passaram pelo palco figuras como Eduardo Paim, Banda Maravilha, Jovens do Prenda, Ângela Ferrão, Mito Gaspar e muitos outros, consolidando o evento como referência cultural em Luanda.
NOTA EDITORIAL | PRESSDIGI | SOCIEDADE
O Almoço Angolano representa um modelo consistente de valorização cultural com impacto directo na sociedade, ao promover o reencontro entre gerações através da música e da gastronomia.
Mais do que entretenimento, o projecto assume-se como um espaço de preservação da memória colectiva, onde o semba e outros ritmos nacionais são apresentados como património vivo e dinâmico.
O impacto social manifesta-se também na criação de oportunidades para artistas, na dinamização da economia cultural e no fortalecimento da identidade nacional, especialmente entre os mais jovens.
Culturalmente, iniciativas como esta contribuem para a reafirmação dos valores angolanos, num contexto onde a globalização exige cada vez mais a preservação das raízes.
Ao unir arte, tradição e convivência, o Almoço Angolano transforma-se num verdadeiro palco de cidadania cultural, onde se celebra não apenas a música, mas a própria alma de Angola.
FONTE: Edições Novembro
Alinhamento Editorial – Classe SOCIEDADE: PRESSdigi.ao

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