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Secretário de Estado para o Ensino Superior confere posse aos novos órgãos de gestão do Luanda Tec, projeto estratégico para a ciência, a tecnologia e a diversificação da economia nacional
O Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda (Luanda Tec) entrou oficialmente numa nova fase da sua implementação institucional com a tomada de posse dos seus órgãos sociais, realizada no dia 30 de junho de 2026, numa cerimónia presidida pelo Secretário de Estado para o Ensino Superior, Eugénio Adolfo Alves da Silva, em representação do Ministro do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Albano Vicente Lopes Ferreira.
O ato marca o início da estrutura de governação do parque tecnológico, inaugurado a 19 de junho pelo Presidente da República, João Lourenço, e concebido para se afirmar como a principal infraestrutura nacional de promoção da ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo de base tecnológica.
Estrutura de gestão assume missão estratégica
Durante a cerimónia tomaram posse os membros dos diferentes órgãos sociais do Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda, responsáveis pela condução estratégica da instituição.
O Conselho de Administração passa a ser constituído por:
- Presidente do Conselho de Administração: António Alberto Neves de Alcochete;
- Administradores Executivos: Leonel Célcio Teixeira Francisco e Walter Eduardo Portela Aires;
- Administrador Não Executivo: Sabino Ferreira do Nascimento;
- Administradora Não Executiva Independente: Sónia Isabel da Costa Carvalho Guilherme.
Foram igualmente empossados os membros da Mesa da Assembleia Geral, composta por Gaspar Daniel Fernandes, como Presidente, e Edwine Denise Barbosa da Silva Tavares Van-Dúnem, como Secretária.
O Conselho Fiscal integra Celma Agostinho Oatanha, Presidente, bem como Martina da Costa Mlaker e Bruno Leandro Gonçalves de Oliveira, na qualidade de vogais.
Já a Comissão de Remuneração será presidida por Tito Gourgel, contando ainda com Márcia Lourenço Francisco e Elaine Marrogane Miguel António Conde como vogais.
Governo destaca papel estratégico do Luanda Tec
Na ocasião, o Secretário de Estado para o Ensino Superior destacou que o Luanda Tec deverá assumir-se como uma instituição estruturante para o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Segundo Eugénio Adolfo Alves da Silva, o parque foi concebido para estabelecer uma ligação permanente entre a academia, os centros de investigação, a inovação tecnológica e o setor produtivo, promovendo um ecossistema colaborativo capaz de acelerar a diversificação da economia nacional.
O governante sublinhou ainda que a missão da instituição passa pela criação de consórcios entre universidades, empresas, centros de investigação e demais parceiros estratégicos, permitindo transformar conhecimento científico em soluções concretas para o desenvolvimento económico e social do país.
IGAPE acompanha implementação da nova infraestrutura tecnológica
A cerimónia contou igualmente com a presença do Presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE), Álvaro Fernão, enquanto representante do acionista da sociedade.
Participaram ainda diretores nacionais e técnicos seniores do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, num momento que simboliza o alinhamento institucional entre os diferentes organismos envolvidos na implementação do projeto.
Plataforma para ciência, inovação e desenvolvimento económico
O Parque de Ciência e Tecnologia de Luanda foi criado para impulsionar a investigação aplicada, incentivar a inovação tecnológica, apoiar startups, promover o empreendedorismo científico e aproximar o conhecimento produzido nas universidades das necessidades do setor produtivo.
A iniciativa enquadra-se na estratégia nacional de desenvolvimento baseada na economia do conhecimento, procurando fortalecer a competitividade do país através da ciência, da tecnologia e da inovação.
Nova etapa para o Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia
Com a entrada em funções dos seus órgãos sociais, o Luanda Tec inicia formalmente a fase de operacionalização da sua missão institucional.
A expectativa é que a nova infraestrutura contribua para consolidar Angola como um polo regional de investigação, inovação e desenvolvimento tecnológico, promovendo maior articulação entre universidades, centros de investigação, empresas e entidades públicas, com impacto direto na diversificação económica e na formação de capital humano qualificado.
Fonte: REDE NACIONAL | RADAR Kianda | MESCTI.gov.ao.
Alinhamento Editorial: PRESSdigi.ao
















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