Paulo Flores resgata legado instrumental com “Turma da Benção”

Artista anuncia lançamento do álbum “Canções que fiz pra quem me ama”, reunindo mestres da música angolana e novas sonoridades

O músico e compositor Paulo Flores anunciou, esta terça-feira, nas suas redes sociais, a disponibilidade do álbum Canções que fiz pra quem me ama, um projecto que nasce da revisitação da música instrumental angolana, com raízes lançadas em 2018.

A obra resulta de uma produção dedicada aos “kotas” do histórico Conjunto Angola 70, reunindo nomes consagrados como Boto Trindade, Joãozinho Morgado, o saudoso Galiano Neto, Teddy N’Singui, Pirika Duya, Mayo Bass, Armando Gobliss e Jéssica Pina.

Deste encontro de gerações nasceu a emblemática “Turma da Benção”, um colectivo que traduz a essência da herança musical angolana, reinterpretada com sensibilidade contemporânea.


Produção e identidade sonora
O álbum contou com a captação e mistura do técnico Fernando Gomes, reforçando a qualidade técnica de uma obra que privilegia a pureza instrumental e a profundidade emocional das composições.

Mais do que um simples registo musical, o projecto assume-se como uma homenagem viva à memória, à tradição e à continuidade da música angolana, onde cada nota carrega identidade, afecto e pertença.


Nota Editorial – Entre memória e futuro
A iniciativa de Paulo Flores reafirma o seu papel como guardião e renovador da música de raiz angolana. Ao reunir mestres e novas vozes num mesmo espaço criativo, o artista constrói pontes entre gerações e reforça a importância da preservação do património sonoro nacional.

Num tempo de rápidas transformações culturais, projectos como este resgatam a essência e devolvem ao público uma narrativa musical autêntica, onde tradição e modernidade caminham lado a lado.


Fonte: Redes sociais de Paulo Flores
Alinhamento Editorial: PRESSdigi.ao